sábado, 5 de março de 2016

Cadastre o seu site no Google ou em outros buscadores

Após criar algum site ou blogue para o seu negócio, não se esqueça de cadastrá-lo no Google ou em outros buscadores. Caso contrário, o seu site poderá não aparecer nos resultados do Google ou, simplesmente, poderá demorar muito tempo para ser indexado. Esse processo agiliza e avança em relação à indexação de seu site no Google.

Vale lembrar que este é, apenas, o primeiro passo para que você comece a divulgar os seus serviços/produtos pela internet, ainda serão necessárias várias outras estratégias para que o seu site apareça entre os primeiros lugares de busca.

Primeiramente, digite no google o termo: add url. Clique no link original do Google, cadastre a sua url e insira comentários sobre o seu site/blogue.

Para mais informações, vejam o meu vídeo:


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Empreendedores digitais nômades

Empreendedores digitais nômades 


Quem precisa estar preso em um ambiante institucionalizado, preso a um estilo de vida que monopoliza o seu tempo e até dita o seu próprio estilo de vida?

Digo, hoje, com muito orgulho para muitas pessoas: SOU EMPREENDEDOR DIGITAL NÔMADE. Não trabalho em um ambiente institucionalizado, trabalho, muitas vezes, em minha própria casa e não preciso estar preso a um local para viver. Posso dividir a minha vida entre um país e outro, entre o campo e o interior... nunca pensei que chegaria nesse nível de independência, não pensei que empreendedorismo digital pudesse trazer retorno e liberdade a ninguém.

Há alguns anos, larguei o meu emprego e dediquei-me, exclusivamente, aos meus negócios pela internet. Tenho viajado muito. No início, não tinha muita noção de que eu não precisaria estar preso a um lugar, mas a rotina quase me cegou nesse sentido. De qualquer maneira, sempre viajei bastante, mas hoje, eu posso viver em outros países. É claro que a questão da cidadania é um problema, mas é possível realmente organizar a nossa vida para viver a cada 3 meses entre um lugar e outro e organizar a vida bancária para que as taxas de bancos internacionais não acabem com o nosso dinheiro.

Seria interessante haver hoje um passaporte universal para empreendedores como eu, para que nós pudéssemos viver onde quiséssemos, pelo tempo que quiséssemos, de maneira a garantir mais direitos a nós, maior cidadania, de qualquer maneira, o fato de passaporte brasileiro ser aceito em vários países e de termos direito a permanecer, ao menos, 3 meses como turista em vários países do mundo, isso já é um grande passo.

Empreendedores digitais nômades não vivem "soltos" e perdidos por ai. Eles, apenas, podem optar, por exemplo, por ter um estilo de vida mais barato em alguma outra nação mais justa e, inclusive, ter maior dignidade em outros países, mesmo sem muitos direitos como cidadão, uma vez que viver no Brasil é um grande incômodo.

Há outras questões relacionadas a esses empreendedores, como capacidade de poupar e de investir em vários negócios e fazer o dinheiro gerar mais dinheiro e não viver apenas de uma renda, mas de várias e de vários investimentos. 

Empreendedores digitais nômades estão livres para voltarem para o seu local de origem quando quiserem, para visitar familiares, não estão "presos" a um emprego, compreendem o mundo como um universo ilimitado de possibilidades. 

O termo "empreendedor digital nômade" tem sido utilizado por vários empreendedores digitais, por youtubers e outros pensadores para definir empreendedores que, em virtude dessa, digamos, facilidade, podem residir em qualquer lugar do mundo, que não estão presos a ambientes institucionalizados e cujo estilo de vida não se limita às normas impostas pela organização convencional do trabalho. 


domingo, 14 de fevereiro de 2016

Ferramentas digitais para potencializar o seu negócio




Twitter
Muitos usuários são membros dessa "comunidade", que se organiza por meio de mensagens curtas diárias. Empresas que têm um perfil no Twitter estarão não apenas mais próximos de seu fiéis clientes, mas de outros futuros. E interessante deixar algum ou outro comentário no Twiter, marcar algum posicionamento para que clientes ouçam a voz da empresa (tenha cuidado com as ideologias do que é postado no twitter, você poderá perder algum cliente, dependendo das mensagens que compartilha).

Facebook
Houve uma época em que o Facebook era um dos principais alvos de divulgação para empresas. Hoje, especialmente em virtude de sua popularidade e do surgimento de outros meios de interação virtual, o Facebook não pode ser apenas o único meio de interação entre empresa e cliente. É preciso ir além. Vale a pena criar uma Fan Page da empresa para que os usuários "curtam" o que a empresa divulga. Uma "curtida" no Facebook é valiosa para uma empresa.

Instagram
O Instagram, nos últimos três anos tem sido uma grande rede de divulgação de produtos e de serviços. Conheço pessoas que ganham muito dinheiro por causa de um perfil no Instagram, especialmente lojas de roupas ou vendedores de roupas que têm sites na internet, blogueiros (as).

Sites/blogues
Sites e blogues ainda funcionam para divulgação de serviço, muito pelo contrário do que as pessoas possam dizer. Talvez em alguns nichos, os sites e blogues não sejam tão interessantes. De qualquer maneira, linkar blogues, sites, Facebook e várias outras redes sociais a números, e-mails, telefones, logo da empresa, isso pode ser uma estratégia decisiva para a divulgação de seus negócios.

Whatsapp
O Whatsapp pode poupar-lhe muito dinheiro gasto com ligações. Além disso, ele garante bastante confiabilidade a usuários que o utilizam, o que, acredito, gera maior aproximação entre estes e a empresa.

O SEBRAE oferece vários cursos online gratuitos para empreendedores iniciantes, vale a pena conferir as opções e estudar. Hoje, mesmo aqueles que não tenham intenção de manter um negócio exclusivamente pela internet devem repensar as suas estratégias de marketing e utilizar a internet, ao menos, para potencializar os seus negócios e aumentar a interação com os clientes. A internet não é apenas, hoje, uma ferramenta para gerar dinheiro, mas uma necessidade do mundo em que vivemos. Também é importante levar em consideração o meio de acesso dos internautas, seja plataforma desktop ou celular.




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Os desafios sociais de trabalhar pela internet: "mas você não trabalha?"


Os desafios sociais de trabalhar pela internet: "mas você não trabalha?"

De repente, sua vida foi transformada e você começou a trabalhar pela internet? Conseguiu sair da "roda de ratos" que move o capitalismo e faz as pessoas serem escravas de casa própria, de locais fixos, de horários, de chefes e de empresas? Ganha mais do que todos que você conhece, mas eles não conseguem entender de onde você tira dinheiro e continuam insistindo que isso não é trabalho? Perde, pelo menos, 1 hora explicando para alguém o que você faz? As pessoas pensam que você ganha dinheiro de maneira ilícita ou que você se prostitui? Bem-vindo ao Novo Mundo de trabalho virtual. 

Primeiramente, acho que você não precisa provar nada para essas pessoas, e é muito bom que elas não saibam que a internet é um mercado de oportunidades muito promissor. E informar para alguém que você trabalha dessa maneira chega a ser um incômodo, porque a maioria das pessoas sonha em não ter um chefe e conseguir desenvolver um negócio próprio pela internet, ou seja, elas sonham ser como você e não são ou não conseguem ser. Mas, muito pelo contrário do que parece, elas também não sabem que trabalhar pela internet não é sinônimo de vida fácil, muito pelo contrário, fora os riscos de ser empresário hoje e os altos impostos que o governo cobra de nos empresários. As pessoas não gostam de ouvir essas histórias de vida, porque quase todas elas vivem presas a si mesmas. Repentinamente, aparece alguém que não tem de ser mandado e tem certas vantagens por trabalho em casa e elas não,  isso incomoda muita gente. O melhor a fazer é ficar calado, não comentar, até porque isso mantém as pessoas alienadas no mundo delas, impedindo que elas comecem a empreender pela internet.

Dependendo de seu negócio, é importante ter um contador para auxiliá-lo com as suas finanças e gerar documentos que comprovem a sua renda. De outra maneira, você não conseguirá nem abrir uma conta no banco... Há, ainda, muitas barreiras sociais para empresários no Brasil, especialmente, pequenos e médios empresários. Na verdade, ser empresário é tão complicado, ainda mais para quem empreende pela internet, que muitos preferem ter um emprego com salário fixo a correr risco com a tão temida "instabilidade". Na verdade, as pessoas não estão preparadas financeiramente para viver em um, dois, cinco ou dez anos. Elas se programam em curto prazo e só conseguem viver com aquilo que elas ganham mensalmente e com o décimo terceiro.

Para variar, a escola não traz nenhuma reflexão nesse sentido. Ser empresário acaba sendo uma atitude de autoconhecimento, não é por acaso que existem tantos livros de autoajuda no Brasil em relação a finanças pessoais, porque as pessoas não se planejam para viver. É por essa razão que produtos são vendidos em tantas vezes com ou sem juros e por essa mesma razão que as pessoas não saem de "bolas" de dívidas, vivendo, apenas, para o imediato, para o momento presente, esquecem-se de poupar e de planejar.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Separar trabalho de vida pessoal


Separar trabalho de vida pessoal

Se você trabalha em casa, especialmente pela internet, deve ter dificuldades para separar a sua vida pessoal de seus afazeres profissionais. Embora as fronteiras entre as esferas públicas e privadas hoje não sejam muito delimitadas, e esse discurso pode até ser incorporado às suas estratégias de vendas, é importante separar essas fronteiras para que você não se veja "escravo" de si mesmo, não acabe "preso dentro de casa" e sem tempo para você.

Seguem algumas dicas para que você, que trabalha em casa, consiga separar bem essas fronteiras e goze  de uma vida mais tranquila e produtiva.

1. Tenha espaço em sua casa para separar, fisicamente, os locais onde você trabalha e onde você mora. O ideal é ter um escritório para que, ao fechar a porta deste, você não leve o seu trabalho para a sala, para o quarto, para a cozinha e consiga descansar. Não é nada muito difícil, basta seguir uma rotina e se programar.

2. Não atenda clientes aos finais de semana ou em horário que não seja comercial. Se os clientes perceberem que você cede a isso, começarão a ligar de madrugada, perderão o respeito e começarão a tratar você como alguém próximo deles. É importante deixar claro e separar os limites profissionais de aproximação entre você e o seu cliente.

3. Trabalhar vicia e, dependendo de nossos objetivos, nós podemos não conseguir parar de trabalhar. É fundamental descansar, até para que possamos trabalhar mais e melhor. Sem descanso, tornamo-nos mecânicos, repetitivos e sem criatividade. Não trabalhe por mais de 8 horas seguidas. E, no intervalo de cada 3 horas, descanse.

4. Quando não estiver trabalhando, evite falar sobre trabalho. Tenha um telefone pessoal e um telefone de trabalho, um e-mail pessoal e um e-mail de trabalho. É preciso delimitar essas fronteiras em todos os aspectos de sua vida.

5. Quando estiver trabalhando, trabalhe para não acumular serviço. Não se comprometa a ter uma demanda maior do que você pode atender, para que não tenha, necessariamente, que trabalhar fora do horário que você estipula.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Evitando ser enganado por imobiliárias: contrato de 30 meses

Passei pela mesma experiência que consta no relato a seguir. Exija, no contrato de 30 meses de aluguel, cláusula relativa a abono de multa se pretender sair antes do período de 30 meses, caso contrário, você terá de pagar a multa relativa ao tempo restante do contrato. Ela é ilegítima, senão estiver no contrato.


Por causa dos meus estudos costumo mudar de cidade com certa regularidade. Nas negociações com as imobiliárias, era-me informado que em contratos de 30 meses eu poderia devolver o imóvel após 12 meses sem multa. De fato, até então os contratos contemplavam essa possibilidade. 

Cabe ressaltar que nunca negociei essa cláusula. Segundo as imobiliárias, era um direito meu como consumidor. Infelizmente, acreditei nisso sem pesquisar se de fato era assim.

Certa feita aluguei um apartamento em Porto Alegre. O contrato era de 30 meses. Lembro-me de comentar com a atendente na época que eu era estudante, e perguntei se haveria problema se deixasse o apartamento após um ano. Segundo a atendente, esse era meu direito. Novamente, acreditei sem pesquisar. 

Como bem você explicitou, isso não é um direito. Para haver a cláusula, deve haver negociação. Ou seja, completei 1 ano de aluguel e estava disposto a deixar o apartamento, e na resposta a imobiliária mandou-me o valor da multa rescisória. Fiquei indignado. Afinal, outras imobiliárias adotaram esse procedimento padrão e a atendente desta última disse que eu "ficasse tranquilo". 

Acontece que o contrato era de 30 meses mas não estava estipulada nele a cláusula rescisória de 12 meses. A imobiliária me cobrou e eu não pude fazer nada. Erro de quem redigiu o contrato? Provavelmente. Ma fé? Talvez. Burrice minha de acreditar que não era necessário tal cláusula estar explícita? Certamente. 

Resumo da história: "Exercício Regular do Direito" não é sinônimo de justiça, pois fui enganado e nada pude fazer. 

A locadora tinha razão legalmente, mas só e somente só porque fui induzido ao erro por conta de minha ignorância ao não achar ser necessário tal cláusula estar explícita. 

A cobrança foi legal mas injusta. E como poderia eu provar ter sido enganado? Não pude, e por isso paguei e tive que ficar quieto. 

Infelizmente aprendi do pior jeito possível que o conceito de legalidade pode em muito se distanciar do conceito de justiça.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Comparação – custo de vida das cidades brasileiras

Cansou de viver em uma cidade cara, cujos impostos são altos e cujos serviços são ruins e não há muita qualidade de vida?

Mude-se! É isso mesmo, por que não? Guarde algum dinheiro, para se manter, no início da mudança,planeje-se e busque oportunidades em outras cidades. A vida não é tão estática como parece, tampouco o nosso país é tão pequeno, há novas oportunidades e um novo recomeçar em várias partes do pais (e por que não dizer do mundo?).

Se você é empreendedor, procure por cidades em que a sua oferta de serviço seja procurada e que lhe traga alguma qualidade de vida. Se trabalha pela internet, como é o meu caso, eu lhe pergunto por que está a reclamar? É muito mais fácil de se mudar, se os seus negócios não são, digamos,  "físicos", se a sua oferta de serviço ocorre por meio da internet, não há razões para se sentir preso em local algum. Você não é empregado nesse caso, tampouco alienado (pelo menos não após ler este post).

Trabalhar pela internet tem essa vantagem, você não precisa acordar de madrugada, embora trabalhe muito, tampouco precisa se sentir preso a um local. Essa relação fixa e estática entre um empregado e uma cidade é uma relação muito limitadora à noção de trabalho, nos moldes mais pervesos que este assume.

Quando falamos em qualidade de vida, devemos analisar uma série de fatores que se relacionam às nossas escolhas. Devemos analisar o nosso padrão de consumo, estilo de vida, bem como analisar as oportunidades que estão ao nosso arredor (e além dele).

Pesquisando bastante, encontrei um site muito interessante que compara custo de vida nas cidades brasileiras. É possível comparar preço de vários alimentos, habitação, transporte, saúde, esporte etc.

Endereço do site: www.custodevida.com.br

Vejam uma comparação, simulada pelo site, em 2015, entre Brasília e Curitiba:




Curitiba - PR é 25,9% mais barata para se viver que Brasília - DF.